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Um estudo sobre o Domínio da Bacia Amazônica da América do Sul
초록
영어
Este trabalho tem por objetivo estudar o domínio da Bacia da Amazônas adquirido pelas atividades dos exploradores e jesuítas portugueses. Originalmente, a maior parte das Amazonas não integrava as terras portuguesas, conforme os termos do Tratado de Tordesilhas, ficando sob domínio espanhol. É verdade que o povoamento brasileiro concentrou-se, durante muito tempo, apenas na zona litorânea. Mas, com a Dinastia Filipinas em 1580, o Brasil logrou os benefícios de uma eficaz política de expansão territorial. É curioso observar que durante esse período filipino o movimento expansionista do Brasil para o oeste foi muito maior que o movimento expansionista das terras espanholas da América do Sul para a região leste. A administração filipina não se opôs a essa expansão luso-brasileira, estimulou-a. Por tal motivo, o Brasil realizou uma grande obra de povoamento e de ocupação de grande área geográfica na Bacia Amazônica. Quando recuperou sua independência em 1640, Portugal estimulou a reação contra espanholas na América do Sul. Nessa altura as fronteiras entre a América espanhola e a portuguesa foram impreciosas por causa da política de expansão territorial no Brasil durante o governo de três reis espanhóis. A forma geográfica do Brasil seria totalmente diversa da atual, se Portugal e Espanha tivessem cumprido as determinação do Tratado do Tordesilhas. Isto não aconteceu e uma série de novos tratados foram assinados para que as fronteiras do Brasil fossem definitivamente fixadas. Dentre esses tratados, destacam-se os de Utrcht(1713 e 1715) e O de Madrid(1750). Como resultado, no dia 13 de janeiro de 1750, foi assinado o Tratado de Madrid, que determinava, fundamentalmente, o seguinte: a Colônia do Sacramento ficaria com a Espanha. Portugal, para compensar a sua perda, receberia em troca o território dos Sete Povos das Missões e a maioria parte da Bacia Amazônica.
목차
Ⅱ. 아비스와 필리페 왕조의 식민정책
Ⅲ. 왕정복고와 국경협약
Ⅳ. 마드리드 조약 체결 이후의 영유권 분쟁
Ⅴ. 결어
참고문헌
Resumo
